Os pensamentos mais obscuros e a ventania mais cruel são as fontes de turbações que vaporizam a esperança de céu. A esperação e o frustramento brotos são do desespero que espelham o precipício. No reflexo do abismo, vê-se nua a face do medo, embebeda-se da vertigem e abraça-se ao frio eletrizante. Congelam-se os pensamentos, a brisa letárgica assovia e como ribeiro tranquilo leva consigo a confiança. A fonte seca das turbulências, o céu, no espelho do chão, reflete o tênue lume da frágil latente vida. Tudo que distante eras, em eras próximas se desfaz, o canto que gemia o dolente, N morte morto não lhe dói não mais. Espera em quanto cai, chamando-lhe o rochedo duro, o corpo sutil se esvai, par hasard rumo ao futuro. Nenhuma das libações, culto, canto ou sacrifício, pode nesse instante insólito devolver-lhe confiança. O ...